NOITE FOLCLÓRICA NORDESTINA
27/08/2011
Mas o que quer dizer folclore?
Folclore é um vocábulo de origem inglesa e significa ''conhecimento popular''. É um fenômeno antropológico, ligado às manifestações culturais do povo. Qualquer crença ou hábito coletivo que tenha origem popular pode ser considerado uma expressão folclórica. Lendas, hábitos alimentares, artesanato, vestimentas ou comportamentos de um grupo é o que constitui o seu folclore.
Nessa noite foi abordado especificamente o folclore nordestino, possibilitando a todos, alunos e comunidade, que relembrassem um pouco dessa região tão rica do nosso grande Brasil.
Veja um pouco do que foi abordado nesta noite:
PARLENDAS
As parlendas são versinhos com temática infantil que são recitados em brincadeiras de crianças. Possuem uma rima fácil e, por isso, são populares entre as crianças. Muitas parlendas são usadas em jogos para melhorar o relacionamento entre os participantes ou apenas por diversão. Muitas parlendas são antigas e, algunas delas, foram criadas, há décadas. Elas fazem parte do folclore brasileiro, pois representam uma importante tradição cultural do nosso povo.
FORRÓ PÉ DE SERRA E QUADRILHA EXPLOSÃO PIMENTINHA DA ESCOLA KIOLA SARNEY COM OS ALUNOS DO 1º AO 5º ANO
Dentre as principais festas e músicas folclóricas nordestinas, destaca-se a festa de São João ou o chamado ciclo junino. Nessa época do ano, dança-se bastante o forró, uma dança de pares cuja música foi consagrada pela saudosa dupla de compositores Luiz Gonzaga/José Dantas
DANÇA DO PAU DA FITA
A dança do pau-de-fitas ou dança das fitas é uma dança folclórica coreografada originária da Europa.
BUMBA MEU BOI
Estava
Na beira da praia Ouvindo as pancadas
Das águas do mar
Esta ciranda
Quem me deu foi Lia
Que mora na ilha
De Itamaracá
O bumba-meu-boi é um espetáculo do folclore nordestino e, provavelmente, o mais conhecido de todo o país. O folguedo deriva de tradições espanhola e portuguesa, e sua origem se encontra no final do século XVIII. Surgiu no nordeste, mas disseminou-se por quase todos os estados, especialmente os do Pará e da Amazônia.
Em cada região o folguedo é representado de forma particular, mas sempre mantendo suas tradições nordestinas. No Rio de janeiro é chamado de Bumba-de-reis, no Maranhão, Rio Grande do Norte e Alagoas é chamado Bumba-meu-boi e no Pará e Amazonas de Boi-bumbá.
CACURIÁ
O Cacuriá é uma dança que surgiu nos festejos do Divino Espírito Santo no Maranhão no início da década de setenta. Além de ser muito divertido e de ter um inegável valor cultural, possibilita um interessante trabalho de cuidado com o corpo do outro, pois nele, o toque é parte fundamental e indispensável da brincadeira.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Projeto Viena Educar
SEC.DE EDUCAÇÃO (texto original publicado no site da prefeitura)
O projeto “Viena Educar” foi criado ano passado com a finalidade de atender jovens a partir de 15 anos não alfabetizados. Atualmente 350 alunos carente do Piquia são beneficiados e freqüentam o curso que tem a duração de 8 meses.
Periodicamente os 15 alfabetizadores do programa, sob a coordenação pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, participam de oficinas e capacitações buscando inovações que são aplicadas em sala de aula. Na última semana eles participaram de uma oficina que teve como tema central “O Trabalho Escravo”, promovida pela Organização Internacional do Trabalho Escravo e do programa alfabetização solidária.
A discussão do tema foi uma forma de promover a contextualização do trabalho escravo com a finalidade de combater o trabalho forçado que ainda é algo comum no estado do Maranhão, principalmente em nossa região.
A coordenadora pedagógica do Viena Educar, Francilda Pereira, acompanha todo o desenvolvimento do programa e destaca os resultados que já foram alcançados até agora. Com a capacitação sobre o trabalho escravo os professores terão mais um tema atual e do cotidiano para trabalhar com os alunos.
Vírus na Internet
o mal que se alastra rapidamente e causa prejuízos
A inovação tecnológica e o avanço da tecnologia da informação têm gerado grande produtividade aos usuários comuns e às empresas. Mas, sempre existe o lado ruim. E, na tecnologia da informação, os vírus são a forma mais perversa de inviabilizar os avanços que a tecnologia pode oferecer.Os vírus são temidos pelos usuários em todo o mundo. Eles são programas altamente sofisticados, desenvolvidos em linguagens específicas de programação para infectar e alterar sistemas. Geralmente, eles possuem tamanho pequeno, são projetados por programadores extremamente hábeis (os assim chamados hackers) e visam afetar de maneira adversa o computador.São criados para realizar atividades maliciosas, causando estragos tais como apagar arquivos e executar operações sem o comando do usuário. Muitos deles são transmitidos por e-mail, mas ler uma mensagem por si só não pode atingir de forma negativa um computador. Só pode acontecer se a mensagem contém um arquivo em anexo e se o usuário abrí-lo.A internet é hoje a principal via de propagação dos vírus, principalmente os de macro e os chamados “Cavalos de Tróia” (programas aparentemente saudáveis que carregam escondido o código de um vírus), pois permitem que os usuários façam downloads de programas e arquivos de fontes nem sempre confiáveis. Um dos casos graves de vírus aconteceu há pouco tempo, atingindo muitas pessoas. O vírus MBlast-F (ou Blaster) aproveita vulnerabilidades recentemente detectadas em praticamente todas as versões do Microsoft Windows, atuando de forma semelhante ao SQL Slammer que arrasou a Internet em janeiro.Ele foi criado por um estudante romeno de 24 anos, Dan Dumitru Ciobanu, que foi preso e pode pegar até 15 anos de cadeia. O MBlast-F é um variante do MBlast-B, supostamente criado por Jeffrey Parson. A nova versão do vírus não altera as funcionalidades básicas e os mecanismos de propagação, mas era menos eficaz.Ciobanu conseguiu encontrar a tal falha do Windows e começou a espalhar o MBlast-F, contaminando computadores através de e-mails que continham arquivos anexados. O usuário abrindo estes arquivos, além de contaminar seu computador, o vírus mandava e-mail para todos do catálogo de endereços, fazendo com que esse “mal” se alastrasse rapidamente.Leandro de Oliveira, 20 anos, estudante de informática da Universidade Estácio de Sá, diz que “o MBlast-F explora a vulnerabilidade do Windows. O programador usa um código para acioná-lo e se aproveita desta falha. Quando o computador está infectado, o vírus o reinicia toda hora, sem o comando do usuário”.O vírus atacou mais de 300 mil computadores em vários países, incluindo o Brasil. Para Leandro, “não é recomendável usar o antivírus para localizar o MBlast-F e deletá-lo. O melhor a fazer é ir no site da Microsoft, que já fez uma versão dos Windows sem a falha, e fazer um update dessa versão”.Os responsáveis por essa “maldição virtual”, os hackers, invadem sistemas e sites para protestar algo, roubar informações ou paralisar serviços. Segundo o Gartner Group, 2% dos problemas de segurança em sistemas e sites são realizados por eles, o que surpreende a muitas pessoas, já que suas ações causam manchetes. “Hackers que gostam de mostrar falhas no Windows têm a intenção de atacar diretamente Bill Gates, fazendo protestos, mostrando ao mundo que até a poderosa Microsoft pode falhar”, diz Leandro. Mas, na verdade, mais de 95% dos problemas de segurança e perda de arquivos e dados são causados por vírus.Mas, como combater a estes vírus? Usando segurança de “fronteiras” como firewall, que permite criar uma “fronteira” protegendo a rede interna da rede externa, a Internet. Antônio Martins, 55 anos, atualmente aposentado, que já foi técnico de processamento de dados do IBGE, dá uma outra dica: “Tenha um bom antivírus, como o Norton Internet Security e o programe para toda vez que se conectar a Internet atualizá-lo”.Sobre senhas, a melhor forma de combater vírus e invasões é colocar oito dígitos. Leandro completa: “Pelo ICQ também é possível que alguém invada o seu computador. Essa invasão é mais comum para quem tem a senha com seis dígitos, composta por números somente. Se a senha tiver oito dígitos, misturando letras e números, fica mais difícil. E não aceite ninguém estranho em sua lista, ainda mais se ele te mandar algum arquivo. Nunca se sabe se aquele arquivo tem um vírus”.
Mídias na Educação
Francilda Pereira da Silva
O acesso de jovens a computadores, jogos eletrônicos, televisão tem sido cada vez mais precoce, e estes recursos tecnológicos por sua vez tem se transformado com freqüência na válvula de escape de pais que andam muito ocupados para entreter seus filhos e não deixá-los na rua. E a nós educadores o que nos resta é fazer uso destes recursos com responsabilidade, com planejamento de projetos que tenham objetivos claros, já que os prejuízos causados pelo uso destes recursos, se devem pelo o uso indiscriminado, sem limites, pois é notório que uma aula bem planejada com a utilização destas ferramentas tecnológicas se tornam bem mais atrativas e contribuem de fato com a aprendizagem.
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